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Tipos de Guarda: o que você precisa saber

Aqui você encontrará as informações mais importantes sobre os tipos de guarda existentes.

É o pontapé inicial para quem precisa entender um pouco sobre os tipos de guarda mais comuns.

Quando estamos falando de guarda estamos falando da responsabilidade de uma pessoa sobre outra.

Como exemplo principal utilizdownload 7aremos a responsabilidade dos pais sobre os filhos.

Hoje em dia, a regra é que a guarda seja compartilhada entre os pais. Se você quer saber o que é isso, continue conosco.

Guarda Compartilhada

O intuito da guarda compartilhada é que mãe e pai tenham a mesma responsabilidade sobre os filhos.

A guarda compartilhada veio através da Lei 11.698/2008. Quando falamos sobre isso surgem muitas dúvidas, principalmente sobre como funciona este tipo de guarda.

Na guarda compartilhada apenas um dos pais é o guardião deste filho. Ou seja, a criança ou adolescente residirá com o pai ou a mãe e este será o guardião.

Dentro deste mesmo tema, é muito comum hoje em dia que as pessoas entrem com a ação para a troca do guardião. Ou seja, a guarda continuará sendo compartilhada, mas a criança mudará de guardião.

Para facilitar sempre faça o comparativo:

  • Guarda = responsabilidade
  • Guardião = residência

Outros tipos de guarda:

Guarda Unilateral

Ocorre quando somente um dos pais tem obrigações e responsabilidade perante o filho.

Na guarda unilateral apenas um dos pais terá o direito de decisão na vida daquela criança ou adolescente.

O outro pai que não ficou com a guarda poderá ter o direito de visita, mas se limitará a este direito.

Importante ressaltar que a guarda unilateral não exime o pai ou mãe que não detém a guarda de pagar pensão.

A pensão alimentícia é um direito da criança ou adolescente independente da guarda.

Guarda alternada

Trata-se de uma modalidade de guarda que não costuma ser adotada no Brasil.

Isso porque, nessa modalidade, a criança ou adolescente irá mudar de guarda de tempos em tempos, por isso o nome: alternada.

Imagine que a criança em determinado momento está morando em um lar, sob os costumes e rotinas deste lar e sob as decisões de um dos pais.

Em outro momento ele vai para a casa do outro pai e viverá sob as decisões exclusivas dele, rotina dele, enfim, tudo será diferente.

Esta guarda não costuma de aplicar no Brasil, justamente por ser algo que pode confundir a criança.

A guarda compartilhada é ideal porque as decisões são tomadas em conjunto para o bem do menor.

Apesar de não ser utilizada a guarda alternada pelos magistrados, muitos pais utilizam essa modalidade em forma de acordo.

O importante aqui é sempre lembrar de que o beneficiado maior dessas decisões deve ser a criança.

Interesse do menor

O juiz em um processo de guarda poderá definir diversas regras conforme o desejo das partes, ou seja, dos pais.

Diante da necessidade de cada um e do desejo de cada um.

Ocorre que, o maior interessado num processo desses é a criança, portanto, o magistrado sempre irá zelar, preferencialmente, pelo interesse do menor verificando quais as necessidades dele em virtude dos privilégios e riscos que os pais oferecem.

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